BRICK MANSIONS / 13º DISTRITO

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Ficha Técnica:

Direção: Camille Delamarre
Roteiro: Bibi Naceri, Luc Besson
Produção: Claude Léger, Jonathan Vanger, Luc Besson
Fotografia: Christophe Collette
Montador: Arthur Tarnowski, Carlo Rizzo
Duração: 84 min.
Ano: 2014
Cor: Preto e Branco
Estúdio: EuropaCorp
Classificação: 14 anos
Informação complementar: Brick Mansions é um remake do filme francês District 13

Elenco:

Paul Walker, David Belle, RZA, Catalina Denis, Bruce Ramsay.

Sinopse:

No submundo do crime de Detroit, as ruas estão repletas de violência e o tráfico de drogas afeta drasticamente a vida dos moradores. Lino (David Belle) luta todos os dias para viver honestamente em meio ao caos, mas quando sua namorada é sequestrada por um líder do crime, restam poucas alternativas. O caminho é juntar-se com Damien Collier (Paul Walker), um policial disfarçado que está tentando acabar com o poder do criminoso.

Critica:

Um filme rápido do começo ao fim, essa pode ser minha definição sobre esse longa. As primeiras cenas já
te colocam no lugar que você espera em um filme de ação e segue assim até o fim.
O filme conta (bem superficialmente) a história de um lugar, tipo um bairro, isolado pelo governo, onde cresceu em meio de desordem e caos. Diante disso o governo traça um plano, acabar com a criminalidade infiltrando um policial para conseguir extinguir os bandidos.
Diante esse roteiro seria fácil decifrar o sucesso que certamente faria, certo? Eis que entra o grande pecado do filme. A direção olhou apenas para cenas e para a ação, o descaso com o roteiro foi tanto que ao final podemos perceber que se perderam totalmente. O
que eu senti foi um nível de superficialidade gigantesco, tudo muito bobinho para um filme de ação. Mentiras são totalmente aprovadas no gênero, concordo, mas o que foi aplicado ao filme coloca nosso intelecto em duvida.
Voltando a parte que nos interessa, a ação, um destaque é David Belle. Belle consegue colocar um tempero ímpar no filme, pra quem não o conhece, ele é simplesmente o inventor do hoje esporte, le parkour, ou seja, ele deita e rola nas cenas, literalmente. Paul Walker não só o acompanha como coloca seu jeitão policial americano em uma dupla de cenas que merecia um enredo muitíssimo melhor. Visando a parte técnica, o filme traz avanços que poderão ser muito bem explorados em outros filmes, a rapidez (volto a frisar) foi essencial e de muito bom gosto.
No geral, se esquecermos a história e focarmos apenas em uma boa diversão, é uma ótima pedida. A nota triste fica por conta que infelizmente ao final do filme nos damos conta o ótimo ator que perdemos.

RIP Walker! 




Nota? 6,3
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