Ficha Técnica:
Direção: Gary ShoreRoteiro: Burk Sharpless, Matt Sazama
Produção: Alissa Phillips, Jon Jashni, Joseph M. Caracciolo Jr., Michael De Luca, Thomas Tull
Fotografia: John Schwartzman
Montador: Richard Pearson
Trilha Sonora: Ramin Djawadi
Duração: 92 min.
Ano: 2014
País: Estados Unidos
Distribuidora: Universal Pictures Brasil
Estúdio: Legendary Pictures / Michael De Luca Productions / Universal Pictures
Classificação: 14 anos
Elenco:
Luke Evans, Sarah Gadon, Dominic Cooper, Art Parkinson, Charles Dance.Sinopse:
O reino da Transilvânia sempre teve uma relação tensa com os Turcos.
Para evitar que sua população fosse massacrada, o rei local aceitou
entregar aos turcos centenas de crianças. Entre elas estava seu próprio
filho, Vlad Tepes (Luke Evans), que aprendeu com os turcos a arte de
guerrear. Logo Vlad ganhou fama pela ferocidade nas batalhas e também
por empalar os derrotados. De volta à Transilvânia, onde é nomeado
príncipe, ele governa em paz por 10 anos. Só que o rei Mehmed (Dominic
Cooper) exige que 1000 crianças sejam entregues aos turcos. Vlad se
recusa e, com isso, inicia uma nova guerra. Para vencê-la, ele recorre a
um ser das trevas (Charles Dance) que vive na região. Após beber o
sangue dele, Vlad se torna um vampiro com poderes sobrehumanos: Drácula.
Critica:
A história do Conde Drácula é uma das mais conhecidas no mundo literário e também no cinema, inúmeras adaptações são feitas também em teatros, series e enfim, quando o assunto é vampiros, impossível não citar o reino da Transilvânia e seu soberano. Porém com tantos tipos e estilos criados sobre esse mito, fica difícil não cair na mesmice (entenda, esse texto não irá citar muito menos fazer algum tipo comparação a crepúsculo e nem a falsos vampiros brilhantes), tentem esquecer tudo o que já viram de vampiros, o filme tem um intuito diferente, bem diferente na verdade.
Por mais que eu já tenha falado milhões de vezes que não gosto de terror, alguns contos e mitos me interessam, principalmente como esse que já crescemos ouvindo, já vi alguns filmes e li a obra original de Bram Stoker, porém o filme foge totalmente do padrão. Como citado algumas vezes a cima, a história já é conhecida por todos nós, então logo, vamos pular esta parte.
Na minha visão o diretor jogou o conto para uma visão de quadrinhos, ficou explicito a influencia no longa, contemplando totalmente o visual e não dando a mínima importância se faz sentido ou não ao final. O inicio do filme tenta seguir uma lógica, conta o inicio de vida de Vlad e como surgiu seu apelido, logo após tudo começa a desmoronar, digo sobre o enredo.
Posso dizer que o filme dividirá o publico, aos mais chatos, vão dizer absurdos e fazer comparações sobre a lógica de ações e pensamentos (que realmente são inafundáveis), porém quem procura apenas diversão, embarca fácil, principalmente com o visual e efeitos que são bem trabalhados e explorados pela equipe técnica.
Drácula mistura o eterno mito do Conde com a modernidade do cinema e quadrinhos, trazendo para telas não mais um monstro, mas sim um herói, ou melhor, um anti-herói, trazendo algo inusitado para o personagem, mas que agradará quem busca diversão.
Nota? 6,2

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