MAGIC IN THE MOONLIGHT / MAGIA AO LUAR

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Ficha Técnica:

Direção: Woody Allen
Roteiro: Woody Allen
Produção: Edward Walson, Letty Aronson, Stephen Tenenbaum
Fotografia: Darius Khondji
Duração: 98 min.
Ano: 2014
País: Estados Unidos
Cor: Colorido
Distribuidora: Imagem Filmes
Estúdio: Perdido Productions
Classificação: 12 anos

Elenco:

Colin Firth, Emma Stone, Eileen Atkins, Marcia Gay Harden, Hamish Linklater, Jacki Weaver.

Sinopse:

Stanley (Colin Firth), é um mágico ilusionista especializado em desmascarar falsos médiuns contratado para desmascarar a bela Sophie (Emma Stone), simpática jovem que afirma ter poderes paranormais. Quando ela começa a conquistá-lo, Stanley terá que colocar sua própria razão à prova - algo que pode mudar o rumo de sua vida para sempre

Critica:

Woody Allen senhoras e senhores,  como sabem, não tem jeito, ou você ama ou você odeia seus
filmes, não tem meio termo. Pode até encontrar películas onde vá te agradar, porém em certas horas sem sombras de duvidas torcerá o nariz, porque, Woody Allen é ímpar.
Desta vez ele traz em discussão algo que sempre esteve presente, o que é real? Existe o sobrenatural? E Deus? A emoção e a razão andando lado a lado nesse longa de um pouco mais de uma hora e meia.
Stanley é um mágico que ao final de uma apresentação se encontra com um amigo que o faz uma proposta, tentar desmascarar mais uma "impostora" que se passa por medium para ganhar dinheiro. Stanley, especialista no assunto, decide aceitar já que achou desafiador o amigo, que também é especialista em ilusão, acreditar fielmente que
a menina realmente tivera poderes paranormais.
Por se tratar de um filme tão delicado em detalhes e onde qualquer palavra pode ser considerado spoiloer ou simplesmente estragar com o romance de cenas, o desenrolar de história eu deixo para quem quiser conferir. 
O interessante destacar a simplicidade novamente exposta na obra de Allen, através do desenvolvimento da trama, consegue colocar assuntos como, Nietzsche para uma compreensão de quem vê sobre o assunto tratado. O roteiro é simples, mas bem trabalhado, a fotografia como de praxe em filmes de Allen é um caso a parte, se fosse pra definir em uma palavra, eu escolheria "arte", afinal cada cena parece quadros pintados pelos melhores artistas. 
Com tudo bem amarrado, mais uma vez o diretor consegue alcançar seu objetivo, fazer um filme leve, doce que pra quem gosta do estilo enche os olhos de brilho.




Nota? 8,7
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