Ficha Técnica:
Direção: Paul WeitzRoteiro: Karen Croner
Produção: Andrew Miano, Kerry Kohansky, Paul Weitz
Fotografia: Declan Quinn
Trilha Sonora: Stephen Trask
Ano: 2013
País: Estados Unidos
Cor: Colorido
Estúdio: Depth of Field
Informação complementar: Adaptação do romance de Jean Hanff Korelitz
Elenco:
Tina Fey, Paul Rudd, Michael Sheen, Gloria Reuben, Wallace Shawn, Lily Tomlin, Nat Wolff.Sinopse:
Portia Nathan é a funcionária responsável pelas admissões na Universidade de Princeton, que faz uma visita a uma escola alternativa, supervisionada pelo professor John Pressman (Paul Rudd). Pressman suspeita que Jeremias (Nat Wolff), um de seus alunos talentosos, pode ser o filho que Portia secretamente deu para adoção no passado. O encontro entre os dois mudará a vida de todos de maneira surpreendente.Critica:
Levando em consideração a sinopse do filme e ao longo do mesmo você já traça assuntos interessantíssimos e que podem ser abordado de diversas maneiras. Basicamente é uma mistura de ótimos assuntos em um mesmo contexto.
O filme trata de uma profissional que não pode misturar sentimentos ao trabalho, afinal ela lida julgando as pessoas. Portia Nathan é selecionadora e participa de uma espécie de banca para analisar e aprovar alunos para a faculdade. E a partir do momento em que um fantasma do seu passado (um filho que ela deixou para adoção) retorna a sua vida acaba abalando seu trabalho.
Como eu disse, o filme aborda diversos assuntos que eu achei interessante , o primeiro é o lance das faculdades americanas e suas seleções de alunos, não vou julgar se acho certo ou errado, se concordo ou não, mas o filme colocou uma certa polêmica ao mostrar um pouco esse julgamento dos alunos. Outra questão colocada foi a maternidade, uma jovem que se sentiu despreparada para ser mãe e acaba entregando o filho para adoção, além do conflito com a própria mãe. Por ultimo ainda rola um romance leve na história.
Tudo muito interessante mas foi a famosa "maionese no bolo de chocolate", infelizmente essa mistura não ficou muito agradável, roteiro pecou muito e poderiam ter focado apenas um assunto. Não que o filme seja ruim de todo, não é, mas não é também algo que de prenda atenção.
O destaque do filme foi a bela atriz Tina Fey com uma atuação suave e ao mesmo tempo colocando um drama ideal. Fey na minha opinião deveria ser muito mais aproveitada pela cena cinematográfica, definitivamente uma excelente atriz que sabe dosar o humor com o drama e o principal, tem carisma.
Admission é o típico filme que não te deixará bravo mas também não espere muita coisa, apenas um bom filme.
Nota? 6


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